Na 8ª Sessão Ordinária de 2026, realizada na segunda-feira (25), foi apresentado o relatório final da Comissão de Assuntos Relevantes que visa a fiscalização do convênio médico emergencial dos servidores públicos de Araras.
O vereador Donizeti Florêncio de Lima (PP), presidente da comissão, realizou a leitura durante a sessão.
A comissão foi instituída pela Resolução nº 21/2025 e também tinha como integrantes os vereadores Derci Agemir Tófolo (PSD) e Gustavo Dias Brambilla (PSD).
Desenvolvimento das atividades da Comissão
Conforme lido pelo vereador, as atividades da comissão foram divididas em etapas. A primeira delas foi a análise do contrato cujo objetivo é a contratação emergencial de empresa operadora de plano de saúde empresarial para prestação de assistência à saúde complementar aos servidores públicos municipais de Araras, ativos e inativos, pensionistas e seus dependentes.
As etapas seguintes foram o acompanhamento e análise de casos encaminhados à comissão, com o objetivo de reunir informações e identificar eventuais demandas, dificuldades ou irregularidades relacionadas à prestação dos serviços do convênio médico, e reunião entre os membros da comissão e os representantes da empresa responsável pelo convênio (Salusmed).
De acordo com o vereador Donizeti, a comissão continuou realizando o acompanhamento detalhado dos casos encaminhados pelos servidores públicos e identificou demandas que necessitavam de providências imediatas, que foram encaminhadas à operadora de saúde para a garantia de soluções cabíveis. Posteriormente, foi encaminhado ofício à Secretaria de Administração solicitando a cópia de documentos diversos.
Conforme exposto no relatório, “foram levantadas inúmeras reclamações e denúncias apresentadas pelos beneficiários do plano de saúde. Todas as manifestações recebidas foram devidamente registradas e encaminhadas à Operadora de Saúde responsável, para que fossem analisadas e tivessem a devida continuidade no atendimento das demandas, bem como o retorno necessário aos usuários do plano.”
Considerações finais
Como considerações finais, a comissão declara que “embora a operadora demonstrasse boa intenção, não possuía processos internos suficientemente eficientes para atender quase 10.000 beneficiários, principalmente no que se refere à demora na liberação de guias para procedimentos, exames e cirurgias” e que a operadora se empenhou em manter um atendimento de qualidade em uma unidade de referência na cidade de Campinas, nos casos de tratamentos de hemodiálise e quimioterapia.
Também foi pedida a contratação de uma operadora de saúde com capacidade de atender os servidores públicos no próprio município.
Guilherme Hansen
Jornalista/CMA
Publicado em: 25/03/2026 14:52:03
Publicado por: Vinícios Franzoni - Diretoria de Comunicação CMA